Educação
Projetos do Tocantins vencem Prêmio EDP nas Escolas 2024

Em parceria com a Sincroniza Educação, iniciativa da EDP estimula a mudança da prática pedagógica por meio do uso da tecnologia em sala de aula
São Paulo, 22 de novembro de 2024 – A EDP, empresa que atua em todas as áreas do setor elétrico brasileiro, e controladora da Investco e Enerpeixe no Tocantins, anuncia os vencedores de mais uma edição do Prêmio EDP nas Escolas, competição que visa engajar o ambiente estudantil em temas relevantes para a sociedade e o meio ambiente. Neste ano, as instituições participantes foram desafiadas a criarem conteúdos criativos com foco no tema Consumo Consciente e Seguro de Energia.
Ao todo, 44 escolas públicas, que fazem parte do programa EDP nas Escolas, participaram da iniciativa nos estados do Amapá, Espírito Santo, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. Foram três categorias de premiação: escolas, estudantes e professores. O prêmio é realizado em parceria com a Sincroniza Educação.
A categoria Estudantes contou com a participação de mais de 2 mil alunos do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental, da EJA (Educação de Jovens e Adultos) e do AEE (Atendimento Educacional Especializado). Com a orientação dos professores, os jovens usaram a criatividade para se expressar sobre o tema do concurso em vídeos de até dois minutos em diversos formatos. Os 81 trabalhos foram avaliados por profissionais de diferentes áreas. Os 228 estudantes vencedores vão receber carregadores solares portáteis de celular e os 11 professores dessas turmas ganham uma assistente virtual Alexa.
Já a categoria Professores teve como objetivo reconhecer a participação dos profissionais no processo de inserção de mais tecnologia na prática pedagógica. Durante o programa, eles participaram de atividades formativas presenciais e virtuais, estimularam os estudantes a utilizarem a tecnologia durante as aulas, como por meio da realização de pesquisas usando o tablet, por exemplo, e promoveram ações inovadoras no dia a dia, como a organização de intervenções comunitárias, feira da energia ou produção de maquetes. Os três vencedores vão receber um kindle com títulos de obras literárias.
Na categoria Escolas, o Prêmio EDP nas Escolas avaliou a proporcionalidade da quantidade de professores em cada instituição em relação ao seu engajamento com a tecnologia usada em aula. Após a realização de uma pesquisa e avaliação, três escolas foram vencedoras e cada uma receberá como prêmio benfeitorias em eficiência energética nas dependências da escola. Confira abaixo a lista completa com os vencedores e suas localidades.
CATEGORIA ESTUDANTES
AEE (Atendimento Educacional Especializado)
Escola Adão Ferreira de Souza – Amapá (AP)
Profª Lindaiane Raposo Alves
2 alunos
EJA (Educação de Jovens e Adultos)
Escola Nurimar Martins Hiar – Ferraz de Vasconcelos (SP)
Profª Márcia de Jesus Sá
22 alunos
1º ANO – Escola Criança Cidadã – Siderópolis (SC)
Profª Adriana Giongo Fernandes
19 alunos
2º ANO – Escola Juscelino Kubitschek de Oliveira – Peixe (TO)
Profª Fabiana Maria Alves
24 alunos
3º ANO – Escola Paulo Freire – Ilha Solteira (SP)
Prof Bruno Artur Borges
28 alunos
4º ANO – Escola Francisco Martins Noleto – Miracema (TO)
Profª Maelen Vieira de Souza
30 alunos
5º ANO – Escola Monica de Castro Carneiro – Goiânia (GO)
Prof Yves de Souza Silva
31 alunos
6º ANO – Escola Raimundo Cavalcante – Pedro Avelino (RN)
Prof Tiago Ezequiel da Silva
14 alunos
7º ANO – Escola Castro Alves – Pocinhos (PB)
Profª Manuelly Meira de Almeida
16 alunos
8º ANO – Escola João Izidro dos Santos – Areial (PB)
Profª Maria Silva Santos de Lima
25 alunos
9º ANO – Escola Castro Alves – Pocinhos (PB)
Prof José Edson da Costa Barbosa
17 alunos
CATEGORIA PROFESSORES
Profª Fabiana Maria Alves – Escola Juscelino Kubitschek de Oliveira – Peixe (TO)
Profª Mariana de Souza Gomes – Escola Castro Alves – Pocinhos (PB)
Profª Olganeia Sonally Oliveira – Escola Castro Alves – Pocinhos (PB)
CATEGORIA ESCOLAS
Escola Municipal João Izidro dos Santos – Areial (PB)
Escola Municipal Paulo Freire – Ilha Solteira (SP)
Escola Municipal São José – Peixe (TO)
Educação
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Educação
Volta às aulas: escolas recebem alimentos diretamente da produção indígena, da agricultura familiar e do agroextrativismo

Uma boa aprendizagem depende de algumas condições, e a alimentação escolar rica em nutrientes é um desses importantes requisitos. Nessa volta às aulas, a escola Xerente, São José, localizada em Tocantínia (TO), é um exemplo do avanço na compra direta de agricultores e extrativistas da própria comunidade. São tios, pais e avós que contribuem para uma alimentação escolar com menos produtos industrializados e mais alimentos frescos, saudáveis e adequados ao costume alimentar das crianças indígenas.
A professora e mãe, Belcilene Sibakadi Xerente, reforça o impacto da alimentação na aprendizagem das crianças. “Desde que surgiu o alimento diretamente da roça para as escolas eu fiquei muito feliz por meus alunos – meus filhos, porque comparo como filhos – estarem comendo um alimento saudável, um alimento fresco e riquíssimo em ferro e nutrientes, e não com validade, enlatado. É um desenvolvimento melhor ver as crianças de barriga cheia com comida típica Xerente, ficam mais espertos”, conta.
Além dos benefícios nutricionais, a compra direta tem logística de transporte de alimentos simplificada e fortalece a comunidade com a geração de renda sustentável e de baixo carbono. O procurador do Ministério Público Federal (MPF) e coordenador da Catrapovos Tocantins, Dr. Álvaro Mazano, reforça a relevância das políticas de alimentação escolar.
“O fato de o alimento ser adquirido no próprio local onde a escola está inserida faz com que esse alimento tenha uma maior pertinência com as crianças, melhora a qualidade dos alimentos que são servidos e permite que haja geração de renda para os pais dessas crianças. E queremos que chegue a 100% do PNAE. O ideal é que toda a alimentação seja produzida no próprio local onde ele é consumido”, explica o procurador.
Alimentação escolar em números
Das 139 escolas localizadas na zona rural do Tocantins, 95 são indígenas, 43 são do campo (rurais) e duas são quilombolas, de acordo com a Secretaria de Educação do Estado. Essas instituições atendem milhares de alunos em contextos culturais e territoriais diversos e requerem uma abordagem diferenciada para garantir a qualidade alimentar.
O Tocantins registra 9.770 matriculados em área de assentamento, 7.659 matrículas em escolas indígenas e 1.933 matrículas em escolas quilombolas, indicando uma demanda significativa por intervenções alimentares culturalmente adequadas.
Compra direta da comunidade
A Lei nº 11.947/2009 determina que no mínimo 30% dos recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) devem ser utilizados na compra de produtos da agricultura familiar. No entanto, embora seja observado avanço, muitos municípios ainda não cumprem a legislação, que pode ser a solução para uma alimentação mais saudável no contexto escolar.
Segundo dados do PNAE, entre os municípios com povos e comunidades tradicionais que ainda não cumprem os 30% e que poderiam se desenvolver a partir dessa política, destacam-se Arraias, Paranã, Carrasco Bonito, Itacajá, Itaguatins, Mateiros, Maurilândia, Muricilândia, São Bento, São Félix do Tocantins e Tocantínia.
Já os municípios que atingiram a exigência mínima, podem expandir sua atuação, especialmente frente à tramitação do PL 5352/2016, que pretende aumentar para 40% o percentual de alimentos provenientes da agricultura familiar. Conforme o projeto, esse percentual deve chegar a 70% até o final de 2028.
No entanto, não é necessário aguardar a legislação. Gestores podem sair na frente e aplicar recursos do PNAE, do PAA (Programa de Aquisição de Alimentos) e recursos complementares do município, tudo em alimentos produzidos localmente, inclusive contemplando a diversidade alimentar presente nos territórios.
E para preparar as comunidades para acessar o mercado institucional, a servidora da Funai, Maria Clara Bernardes, conta que desde 2023 têm sido realizadas oficinas nos territórios indígenas. “Foi identificada uma lacuna de informações sobre a realidade da produção e o mapeamento de agricultores. Então a Funaipassou a organizar as consultas e oficinas nos territórios, com diagnóstico de roças para identificar a abundância de alimentos tradicionais nos territórios, quebrando o paradigma de que a produção não seria o suficiente”, explica.
Catrapovos
A Mesa Permanente de Diálogo Catrapovos Brasil é uma iniciativa que visa estimular a alimentação regionalizada em escolas de territórios indígenas e tradicionais. A Catrapovos foi criada em 2021 pela Câmara de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais do Ministério Público Federal (MPF) para replicar em todo o país a boa prática desenvolvida pela Comissão de Alimentos Tradicionais dos Povos no Amazonas (Catrapoa).
A mesa é composta por representantes de órgãos públicos e da sociedade civil e discute os entraves e soluções, buscando juntos as formas de viabilizar as compras públicas da produção de comunidades indígenas e tradicionais, garantindo o cumprimento da lei sobre a aquisição de, no mínimo, 30% de produtos da agricultura familiar, além do direito à alimentação escolar adequada aos processos de produção e cultura local.
No Tocantins a Catrapovos é composta pelo MPF, Funai, Cecane/UFT, Coalizão Vozes do Tocantins por Justiça Climática, Conab, Seduc, Consea, Ruraltins, entre outras organizações que trabalham para otimizar a alimentação escolar tradicional, sendo a participação popular, sempre bem-vinda.
Educação
3 cursos extracurriculares que toda criança deveria fazer para desenvolver novas habilidades
Especialista destaca como o acesso a novos conhecimentos na infância impulsiona o aprendizado e o desenvolvimento integral das crianças.

Em um mundo cada vez mais conectado e dinâmico, o aprendizado infantil precisa ser completo e prático. O estímulo de novos conhecimentos na infância é muito importante e ultrapassa as salas de aula convencionais. É o que explica Vinícius Diégues Fuzessy Colares, responsável pela Jumper! Profissões e Idiomas, de Gurupi no Tocantins. “Cursos como robótica, informática e inglês infantil têm se mostrado grandes aliados no reforço escolar, ampliando o raciocínio lógico, a criatividade e até a autonomia dos pequenos. Essas formações ajudam a despertar o interesse pelo conhecimento de forma leve, lúdica e interativa”, comenta. Pesquisas do Afterschool Alliance mostram que alunos em atividades pós-escolares de qualidade têm melhor frequência, comportamento e desempenho em testes e notas, com ganhos de até 38 % em taxa de promoção e notas melhores em leitura e matemática. Isso se traduz em mais engajamento nas atividades escolares e até melhora no rendimento. O especialista listou os benefícios desses cursos e os impactos positivos no desenvolvimento.
Robótica
A robótica é uma atividade que estimula diversas competências importantes, como raciocínio lógico, pensamento crítico, resolução de problemas e trabalho em equipe. De maneira lúdica e interativa, permite que as crianças tenham contato com conceitos de ciência, tecnologia, engenharia e matemática. O curso é indicado para crianças entre 8 e 12 anos que demonstram interesse por matemática, programação, mecânica e elétrica, além de possuírem raciocínio lógico mais desenvolvido. Ao mesmo tempo, ajuda os pequenos a compreender, na prática, como a tecnologia pode ser aplicada para tornar a vida das pessoas melhor.
Inglês
Aprender um segundo idioma na infância não só amplia as possibilidades de comunicação no futuro, como também fortalece a memória, o foco e a capacidade de resolver problemas. Para que o aprendizado de inglês seja efetivo, é fundamental que seja divertido, contextualizado e respeite o ritmo de cada criança. A metodologia pode variar conforme a idade e os objetivos do curso, permitindo que os alunos comecem a se comunicar em inglês desde o primeiro dia. Além disso, o estudo da língua ajuda a exercitar o cérebro, ampliando conexões neurais e estimulando funções cognitivas. Aprender inglês na infância facilita a fluência e a desenvoltura no idioma, constrói habilidades de comunicação, como alternar entre idiomas, e é essencial para a comunicação global, cada vez mais presente no dia a dia das crianças.
Informática
Mais do que apenas aprender a “mexer no computador”, os alunos desenvolvem pensamento lógico, autonomia e criatividade para realizar tarefas escolares com mais eficiência. Destinado a crianças de 7 a 11 anos, o curso é ideal para quem tem interesse em tecnologia e deseja ampliar seus conhecimentos desde cedo. De forma lúdica e interativa, os pequenos aprendem conceitos essenciais de informática, como sistema operacional, componentes do computador, internet, Excel, PowerPoint, Word, Paint e e-mail. Além de despertar habilidades práticas, o curso também é um excelente aliado nos estudos, auxiliando na realização de trabalhos escolares e projetos acadêmicos.
“Aprender de forma prática, divertida e próxima da realidade da criança torna o conhecimento mais fácil e significativo. Cursos como Robótica, Inglês e Informática desenvolvem autonomia, entusiasmo e mostram que aprender pode ser leve e transformador”, finaliza.
Sobre a Jumper! Profissões e Idiomas
Criada em 2003, a Jumper! Profissões e Idiomas é uma rede de ensino que conta com mais de 40 cursos profissionalizantes e de língua estrangeira para crianças e adultos. Com mais de 600 mil alunos formados pela instituição, a empresa tem 60 unidades espalhadas pelo país. Além de transformar o futuro das pessoas através da educação, a Jumper! Planeja dobrar o número de franquias em 2025.
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