Maternidade real de Gabi Luthai ganha novo capítulo com a chegada de Matteo

Maternidade real de Gabi Luthai

Maternidade real de Gabi Luthai ganha novo capítulo com a chegada de Matteo

Maternidade real: Gabi Luthai fala sobre a chegada do segundo filho, baby blues, culpa materna e o aprendizado diário de viver o puerpério com menos cobrança.

Maternidade real de Gabi Luthai ganha novo capítulo com a chegada de Matteo

A maternidade real ganhou mais um capítulo na vida de Gabi Luthai. Com a chegada de Matteo, a cantora passa a viver pela segunda vez a experiência intensa do puerpério, agora com um detalhe que muda tudo: além do recém-nascido, há também Pietro, o primogênito, que segue precisando de presença, rotina e colo. O resultado, como ela descreve, é um início cheio de aprendizados, ajustes e sentimentos que nem sempre cabem nos recortes perfeitos das redes sociais.

Nos primeiros dias após o parto, Gabi conta que enfrentou um baby blues marcado por emoções contraditórias. A alegria pela chegada de Matteo veio junto de uma culpa difícil de explicar, aquela sensação de não conseguir se dividir plenamente entre os dois filhos, como se o amor precisasse ser administrado em turnos. Ela relata que esse tipo de sentimento é comum entre muitas mães e que, no próprio processo de se reconhecer nisso, já existe um alívio: entender que não é fraqueza, é adaptação.

Dentro de casa, o suporte virou parte essencial do cuidado. O marido, Teo, e a mãe de Gabi aparecem como rede concreta para atravessar o período mais sensível. A rotina ficou mais corrida, mas o clima, segundo ela, é de união e ajuste de expectativas. Com dois filhos, a maternidade real muda de escala. O que antes era um cansaço pontual, agora vira revezamento. E o que antes parecia “dar conta”, agora exige aceitar limites, pedir ajuda e aprender a descansar sem culpa.

Cada filho, uma experiência diferente

Mesmo sendo sua segunda vivência como mãe, Gabi afirma que nada é automático. A maternidade real, nesse sentido, é um convite constante à humildade. Cada bebê chega com um temperamento, um ritmo e uma forma própria de se comunicar. Matteo e Pietro já demonstram personalidades distintas, e isso tem ensinado a artista a observar mais e comparar menos. O que funcionou uma vez pode não funcionar agora, e essa percepção muda a forma de viver a maternidade com mais presença e menos rigidez.

A casa, naturalmente, ganhou um novo ritmo, especialmente à noite. O período noturno, ela descreve, virou uma espécie de coreografia da sobrevivência: banho, jantar, organização da casa, amamentação, sono, choro, tentativa de descanso, e o ciclo recomeça. Não há glamour. Há um cotidiano real, que exige corpo, paciência e uma dose diária de fé para lidar com o inesperado. Nesse cenário, descansar deixou de ser “luxo” e passou a ser prioridade. “Não adianta querer render como antes”, ela resume.

Culpa materna, amamentação e o desafio de estar presente

Conciliar o cuidado com o bebê e a atenção ao filho mais velho tem sido o ponto mais delicado dessa fase. A amamentação pede presença constante e, muitas vezes, concentra o corpo e o tempo da mãe em um único lugar. E aí a culpa materna aparece, especialmente quando Pietro chama, quer brincar, quer colo, e a resposta precisa ser “agora não”. Gabi reconhece a dor desse limite, mas também aponta o caminho possível: acolher a imperfeição do processo e entender que a maternidade real é feita de tentativa, erro e aprendizagem.

Ela também destaca o carinho de Pietro com o irmão, uma ternura que ajuda a família a atravessar a transição. O amor do mais velho, no entanto, não elimina os desafios práticos de uma rotina com duas crianças pequenas. Por isso, pequenas estratégias passam a ser importantes: incluir Pietro em tarefas simples, reservar momentos exclusivos para ele, reforçar verbalmente que o amor não diminuiu, só mudou de forma. Em uma casa onde o bebê ocupa naturalmente o centro das urgências, o primogênito precisa ser visto com intenção.

Trabalho, produtividade e o tempo do puerpério

No trabalho, Gabi admite que a produtividade diminuiu e que precisou respeitar esse novo tempo. Para quem vive sob demanda constante, esse reconhecimento é uma quebra de paradigma. A maternidade real não combina com performance ininterrupta. Ela pede pausas, cuidado emocional e um tipo de presença que não pode ser substituído. “É uma fase e passa”, ela afirma, lembrando que o puerpério é temporário, mas a experiência de atravessá-lo com consciência pode marcar a família para sempre.

O maior aprendizado trazido por Matteo, segundo ela, tem sido confiar mais e controlar menos. Desde a gestação, nem tudo ocorreu como planejado, e isso a fez entender que fé e paciência são exercícios diários. Ao invés de buscar um cenário perfeito, ela tenta viver o que existe, com o que dá, do jeito que é. Essa é, talvez, a síntese mais poderosa da maternidade real: aceitar que o amor não elimina o caos, mas dá sentido a ele.

Para leitoras que se reconhecem nesse retrato, a história de Gabi funciona como um lembrete importante: a maternidade não precisa ser heroica para ser bonita. Ela pode ser cansativa, confusa, emotiva e, ainda assim, verdadeira. E é justamente nessa verdade que muitas mães encontram acolhimento.

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