Márcio Barbosa defende nova política no Tocantins
Coronel Márcio Barbosa defende o verdadeiro sentido da política, critica campanhas milionárias e afirma que o Tocantins precisa romper com práticas antigas para construir uma atuação pública mais séria, transparente e comprometida com a população.
O coronel Márcio Barbosa, forte candidato a deputado federal, faz uma reflexão direta sobre o papel da vida pública e os desvios que, segundo ele, afastaram a política de sua missão original. No texto, ele sustenta que a política nasceu para servir à sociedade, promover justiça e garantir melhores condições de vida para todos, e não para enriquecer pessoas ou sustentar projetos individuais de poder.
Política deve servir à população
“A política, em sua essência, nasceu para servir. Não para enriquecer, não para favorecer grupos, não para sustentar projetos pessoais de poder. Sua razão de existir é simples e, ao mesmo tempo, nobre: organizar a sociedade, promover justiça e garantir melhores condições de vida para todos.”
No texto, coronel Márcio Barbosa afirma que essa essência foi sendo distorcida ao longo do tempo. Para ele, em muitos cenários, inclusive no Tocantins, a política passou a ser encarada como investimento financeiro, e não como vocação pública.
Crítica a campanhas milionárias
“No entanto, ao longo do tempo, essa essência foi sendo distorcida. Em muitos cenários, e o Tocantins não está imune a isso, a política passou a ser tratada como um investimento. E um investimento alto. Temos visto pré candidatos, em especial a deputado federal, com campanhas milionárias, e cifras que, muitas vezes, não encontram qualquer lógica quando comparadas ao retorno legal de um mandato.”
Ao abordar os altos valores envolvidos em disputas eleitorais, coronel Márcio Barbosa lança um questionamento sobre a lógica dessas campanhas.
“É inevitável fazer a pergunta: o que justifica um candidato investir 50 milhões de reais para ocupar um cargo cujo rendimento em salários, ao longo de quatro anos, gira em torno de 2,4 milhões? A conta, objetivamente, não fecha. E quando ela não fecha no papel, abre espaço para fechar de outras formas, quase sempre à custa do interesse público.”
Para ele, este é o ponto central da discussão. Quando a política deixa de ser compromisso com a sociedade e passa a operar como negócio, o mandato perde sua finalidade e se afasta das necessidades reais da população.
Velha política e perda de propósito
“Esse é o ponto crítico.”
“Quando a política deixa de ser vocação e passa a ser negócio, o mandato perde seu propósito. Em vez de representar o povo, passa a atender interesses. Em vez de cuidar dos recursos públicos, passa a administrá-los com lógica privada. Em vez de construir soluções, passa a alimentar sistemas de troca, favores e dependência.”
coronel Márcio Barbosa classifica esse cenário como expressão da velha política, marcada por acordos obscuros, compra de apoio e desconexão com o cotidiano da população.
“Essa é a chamada ‘velha política’. Uma política marcada por acordos obscuros, pela compra de apoio e pela desconexão com as reais necessidades da população.”
Mudança urgente no Tocantins
No entendimento do coronel, romper com esse modelo não é mais uma opção eventual, mas uma necessidade urgente. Ele avalia que a sociedade tocantinense está mais atenta, mais crítica e menos tolerante com práticas antes naturalizadas.
“Romper com esse modelo não é apenas uma escolha, é uma necessidade urgente.”
“O Tocantins vive um momento em que a sociedade está mais atenta, mais crítica e menos tolerante com práticas que, até pouco tempo, eram vistas como ‘normais’. Há um desejo claro por transparência, por responsabilidade e, acima de tudo, por coerência entre discurso e prática.”
Para o coronel Márcio Barbosa, esse novo momento resgata o verdadeiro sentido da política, entendido como serviço, responsabilidade e compromisso com o interesse coletivo.
Política limpa é decisão
“E é nesse ponto que ressurge o verdadeiro sentido da política.”
“Política é serviço.”
“É entrar na vida pública com o compromisso de representar, de proteger e de transformar. É entender que o recurso público não é extensão de interesse pessoal, mas um instrumento coletivo que deve ser tratado com respeito absoluto.”
No texto, ele também reforça que fazer política de forma limpa não é utopia, mas uma decisão prática e ética.
“Fazer política de forma limpa não é utopia.”
“É decisão.”
“Decisão de não negociar princípios. Decisão de não compactuar com práticas erradas. Decisão de colocar o interesse da população acima de qualquer projeto individual.”
Mandato é responsabilidade
O coronel Márcio Barbosa conclui afirmando que a mudança que o Tocantins precisa não virá apenas de novos nomes, mas principalmente de novas posturas. Para ele, o poder público exige seriedade, responsabilidade e consciência de dever.
“A mudança que o Tocantins precisa não virá apenas de novas pessoas, mas de novas posturas. De líderes que compreendam que mandato não é prêmio, é responsabilidade. Que poder não é privilégio, é dever.”
Na avaliação do coronel, quando a política é conduzida de forma errada, quem paga a conta é sempre o cidadão. Já quando ela é exercida com seriedade, toda a sociedade é beneficiada.
“Porque, no final, a conta sempre chega.”
“E quando a política é feita de forma errada, quem paga é o cidadão.”
“Mas quando é feita com seriedade, quem ganha é toda a sociedade.”
“O Tocantins merece essa mudança. E ela começa com a escolha e a postura de cada um que decide entrar na vida pública.”
Cel Marcio Barbosa
Portal Jaciara Barros — Quem acontece aparece aqui!


