Associação Amigos do Palacinho é reconhecida como utilidade pública estadual

achada do Museu do Palacinho, sede da Associação Amigos do Palacinho, reconhecida como utilidade pública estadual no Tocantins após projeto do deputado Eduardo Mantoan.

Associação Amigos do Palacinho, também conhecida como Instituto Palacinho, agora é oficialmente uma entidade de utilidade pública estadual. O reconhecimento foi concedido por meio da Lei nº 4.767/2025, sancionada pelo governador Wanderlei Barbosa e publicada no Diário Oficial do Estado nº 6.860. O projeto de lei foi apresentado pelo deputado estadual Eduardo Mantoan.

A medida fortalece o trabalho do Instituto na preservação da cultura e história do Tocantins, com destaque para a manutenção e valorização do Museu do Palacinho — o primeiro palácio do governo estadual, hoje referência para moradores e turistas do Brasil e do mundo.

Eduardo Mantoan

“A história do Tocantins merece ser cuidada com carinho. Com essa lei, asseguramos que o trabalho sério da Associação Amigos do Palacinho continue crescendo e preservando a nossa memória”, destacou o deputado Eduardo Mantoan.

Reconhecimento pelo trabalho cultural

Criada em 2019, a associação tem se destacado em ações de incentivo à cultura e valorização do patrimônio histórico. Em 2022, foi reconhecida nacionalmente ao receber o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, concedido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

O número de visitantes do Museu Histórico também impressiona: em 2019, eram cerca de 200 visitas anuais. Já em 2024, o espaço recebeu 7.450 visitantes, um salto que reflete a crescente valorização da história tocantinense.

Mais oportunidades para expansão

Com o título de utilidade pública estadual, a Associação Amigos do Palacinho passa a ter mais respaldo institucional para firmar parcerias, captar recursos e ampliar seus projetos culturais e educativos.

O reconhecimento também reforça o papel da entidade como guardiã de um dos espaços mais simbólicos do Tocantins, garantindo que a memória do Estado seja preservada para as futuras gerações.

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