Operação Guardião do Futuro VI no Tocantins

A Polícia Federal deflagrou nesta segunda-feira (06/10/2025) a Operação Guardião do Futuro VI, em Palmas/TO, com o objetivo de combater crimes de exploração sexual contra crianças e adolescentes, focando em conteúdo de abuso sexual compartilhado e armazenado na internet.

Objetivo da investigação e atuação da Polícia FederalPor meio de ferramentas avançadas de monitoramento digital, a Polícia Federal identificou arquivos de fotos e vídeos que exibiam menores de idade em situação de exploração sexual. A operação busca identificar suspeitos, vítimas e outros envolvidos, prevenindo novos casos de abuso.

Mandados cumpridos e apreensões realizadasDurante a ação, foi cumprido um Mandado de Busca e Apreensão expedido pela Justiça Federal na residência de um suspeito em Palmas/TO. Diversos dispositivos de armazenamento de dados foram apreendidos para análise, incluindo computadores, celulares e HDs externos.

Análise do material e perícia criminalO material apreendido será submetido à perícia criminal de informática. Essa análise permitirá esclarecer integralmente os fatos, confirmar a participação do suspeito nos crimes e identificar outros possíveis envolvidos e vítimas, ampliando o alcance da investigação.

Crimes previstos no Estatuto da Criança e do AdolescenteO suspeito poderá ser indiciado pelos crimes de posse e compartilhamento de fotografias, vídeos ou registros com conteúdo de abuso sexual envolvendo menores de idade, previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). As penas somadas podem atingir até 10 anos de reclusão.

Impacto da operação na proteção de crianças e adolescentesO nome da operação, “Guardião do Futuro VI”, reforça o compromisso contínuo da Polícia Federal na defesa e proteção de crianças e adolescentes contra abusos e exploração sexual. A ação evidencia a importância de ferramentas de monitoramento digital e da integração entre justiça e polícia para combater crimes graves.

Para mais informações sobre segurança e proteção infantil consulte fontes oficiais como a Polícia Federal.

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