O Tocantins se destacou nacionalmente ao registrar a maior redução no número de homicídios do Brasil, conforme os dados mais recentes divulgados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP).

De acordo com o levantamento, referente ao ano-base 2023/2024, o estado apresentou uma expressiva queda de 35,76% nos índices de homicídios, consolidando-se como referência no combate à criminalidade.

O resultado histórico é atribuído a uma atuação coordenada entre as forças de segurança estaduais, com investimentos contínuos em inteligência policial, tecnologia, valorização profissional e presença estratégica nas regiões mais vulneráveis à violência.

Para o comandante-geral da Polícia Militar do Tocantins, coronel Márcio Antônio Barbosa de Mendonça, o resultado é fruto de um esforço coletivo e planejado:
“Essa conquista é resultado de um trabalho estratégico e integrado. Intensificamos as ações de policiamento ostensivo, investimos no combate às organizações criminosas, sempre com foco na presença qualificada da Polícia Militar nos pontos mais sensíveis. Também ampliamos as parcerias com outras forças de segurança e com a comunidade, porque entendemos que a segurança pública é construída de forma coletiva. Os dados do Ministério da Justiça refletem o compromisso e a dedicação diária dos nossos policiais militares em proteger a sociedade tocantinense.”
— Coronel Márcio Antônio Barbosa de Mendonça
O desempenho do Tocantins reforça o compromisso do Governo Estadual com a preservação da vida e a garantia da ordem, além de impactar positivamente outros indicadores sociais, como a sensação de segurança da população, o desenvolvimento urbano e a atração de novos investimentos para o estado.
O secretário de Estado da Segurança Pública, Bruno Azevedo, destaca que o resultado é atribuído à atuação coordenada entre as forças de segurança. “Além dos investimentos em inteligência policial, tecnologia, valorização profissional e presença estratégica das corporações em áreas mais vulneráveis à criminalidade”, ressalta.


